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Peru: berço da Cultura Inca

Maximilianus Pinent

Agenda de Viagem

 

Um dos lugares mais instagrameáveis do mundo é o Peru. Te agenda para descobrir com teus próprios olhos onde floresceu o maior império da América pré-colombiana: o Império Inca. Mas, por enquanto, #fiqueemcasa.

Infelizmente as coisas não estão boas por lá, não. O Peru já é o terceiro país com maior contaminação pelo COVID19 na América Latina. Só perde para o Brasil e o México nesse ranking que ninguém deseja liderar.

Mas é para celebrar a vida e as possibilidades que queremos expor o quão lindo é o Peru e a sua história. Assim que der, viaje! Se agende e vá conhecer o Peru. Você merece e eles são super hospitaleiros!

O Paulo Gusmão e o Rodrigo Gorski, da Galápagos Tour, são fotógrafos. Além de amarem fotos, amam viajar e o Peru é dos lugares prediletos deles. Tanto que o destino integra o selo Melhores Destinos Ecológicos e Culturais da América Latina comercializados pela Galápagos Tour. Mas além de trabalhar com o destino turístico, eles prepararam uma mostra fotográfica sobre o Peru e suas maravilhas: Mostra Peru, berço da Cultura Inca

Essa mostra faz parte do acervo da Chakana – Fotografia e Arte e apresenta um ângulo de joias preciosas do Peru. Acesse livremente o perfil da Chakana no Pinterest para ver todos os registros. 

Figura 1 – Mostra Fotográfica da Chakana: Peru, berço da Cultura Inca
Figura 2 - Fortaleza de Sacsayhuaman

Com o roteiro Machu  Picchu com Vale do Colca, oferecido pela Galápagos, você também pode percorrer as pitorescas paisagens registradas pelo Paulo e Rodrigo para esta mostra.

Mas Peru?! Porque Peru?! O Peru atual é o epicentro de toda a emblemática cultura pré-colombiana que se aflorou no continente sul-americano até a intentona espanhola, comandada por Francisco Pizarro, por volta de 1530. Foi a sociedade mais pujante anterior à “Descoberta da América” (incrível que ainda conste assim mesmo nos livros).

Mas como estamos tratando de uma mostra fotográfica, vamos pontuar como o Paulo Gusmão e o Rodrigo Gorski chegaram a esta seleção de imagens.

Ao desembarcar em Cuzco, depois de sair de Porto Alegre e fazer conexão em Lima, no primeiro dia de viagem (tem um roteiro programado para julho de 2021), a maioria das pessoas quer mesmo é turistar. Mas a demorada viagem exige uma aclimatação. Então, para os que persistem em dar uma caminhada ao pisar em solo peruano, a primeira visita sugerida é ao templo do Sol (Koricancha), localizado no Centro de Cuzco.

Após uma noite de descanso, a visita será em Cuzco e arredores, pelo conjunto de 4 Ruínas das Fortalezas de Sacsayhuaman, Qenqo, Tambomachay e Pucapucara.

A Fortaleza de Sacsayhuaman, que desde 1983, faz parte da Lista de Patrimônios da Humanidade da UNESCO é o primeiro registro da dupla, simbolicamente, um dos portões de entrada deste templo da engenharia humana.

Voltando ao centro de Cuzco, vale uma paradinha na Catedral de Cuzco, inaugurada em 1654, assim como conhecer há duas quadras dali a Pedra de 12 ângulos, na rua (e o muro) Hatun Rumiyoc, parte do Palácio do Arcebispo. A pedra de doze ângulos é composta por uma formação de rochas dioritos e é reconhecida por seu acabamento fino e borda de doze ângulos, um exemplo da arquitetura inca perfeccionista.

Figura 3 - Catedral de Cuzco
Figura 3 - Pedra de 12 ângulos

Depois de um dia livre de passeios pelos museus e feiras de Cuzco, no quarto dia, o roteiro segue para o Vale Sagrado com visita ao complexo arqueológico de Ollantaytambo e feira indígena de Pisac, além de conhecer as Ruínas de Pisac, no Vale do Rio Urubamba.

Figura 4 - Ruínas de Pisac
Figura 4 - Ruínas de Ollantaytambo

O roteiro segue então para um dos pontos mais desejados da viagem: Águas Calientes, ou Pueblo de Machu Picchu.

O povoado tem esta referência justamente pelas águas termais. Distante 10 minutos do centro, os Baños Termales chocam inicialmente pelo cheiro de enxofre e a cor da água, mas compensam pelas propriedades medicinais, capazes de tratar problemas musculares e nervosos, regular a pressão arterial, aliviar o estresse e até acelerar o metabolismo. Um banho para quem já percorreu mais de 3800 quilômetros e antes de entrar no lugar mais desejado da viagem é compensador.

Já no quinto dia de viagem, acompanhados por guias especializados, o dia é para contemplar Machu Picchu, Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade e considerada uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

O magnetismo (e misticismo) do lugar encanta e arrepia até os mais céticos. É uma cidadela de um pouco mais de um quilômetro quadrado, construída nos beirais da montanha homônima, que carrega um misto de sagrado místico, tanto quanto arquitetônico (todas as edificações foram construídas somente pelo encaixe milimétricos das pedras).

Figura 5 - Sítio Arqueológico de Machu Picchu
Figura 5 - Sítio Arqueológico de Machu Picchu
Figura 6 - Entrada do Sítio Arqueológico de Machu Picchu

A cidadela é pitoresca e traduz o próprio significado da palavra, oriunda de pictórico (do inglês, picture), que adjetiva a impressão da contemplação de cenas paisagísticas dignas de serem pintadas (ou retratadas). E de fato é. Machu Picchu é um dos locais mais fotografados no mundo, conforme identificação da geolocalização de celulares.

Existem várias trilhas para se chegar a Machu Picchu. A mais conhecida (e usada) é a trilha inca. Mas a mais queridinha dos trilheiros é a trilha Salkantay, que passa pelo pico da Cordilheira dos Andes, com uma natureza intocada e com bem menos turistas. A revista NetGeo criou uma lista das melhores trilhas do mundo, onde a trilha Salkantay consta entre as vinte e cinco melhores. Aos pés da montanha está a Laguna Humantay, com sua exuberante cor verde-azulada.

Independente de qual seja a trilha, é uma conquista pessoal para qualquer um que chega ao Portal de entrada de Machu Picchu. Compensa qualquer caminho para chegar até ali.

Figura 6 - Laguna Humantay
Figura 6 - Laguna Humantay

Após um dia de contemplação, o retorno de trem para Cuzco é emotivo. Mas a noite restauradora prepara para o sexto dia, de um longo deslocamento de ônibus para Puno, que será percorrido por paisagens tão pitorescas quanto as do dia anterior. São montanhas nevadas, ruínas incas e estradas que rasgam as cordilheiras de forma encantadoras.

Figura 7 – Estrada para Puno, perto do Templo Raqchi.
Figura 7 – Tecelã das famosas mantas peruanas do Vale Sagrado.

Neste percurso é inevitável uma parada no Templo Raqchi, localizado no Vale do Sul de Cuzco. Pertence ao distrito de San Pedro de Cacha, na província de Canchis. Neste local também está instalado o povoado Raqchi, que preserva as tradições culturais que remontam as crenças dedicadas a Wiracocha (ou Huiracocha), o deus criador do mundo. Existem vestígios que remetem o assentamento Raqchi ao período pré-inca. 

Figura 8 – Nativa de Raqchi
Figura 8 – Nativa de Raqchi
Figura 8 – As famosas mantas peruanas.

O dia termina na cidade de Puno, às margens do Lago Titicaca, um dos mais elevados do mundo. No sétimo dia ocorre um dos momentos mais singulares do passeio: Tour às ilhas flutuantes de Los Uros, formadas pelo acúmulo de juncos combinado com ilha de Taquile, no Lago Titicaca. Não há povoado semelhante no mundo.

Figura 9 – Ilhas flutuantes de Uros, na Lago Titicaca e nativa das ilhas
Figura 9 – Ilhas flutuantes de Uros, na Lago Titicaca e nativa das ilhas
Figura 9 – Ilhas flutuantes de Uros, na Lago Titicaca e nativa das ilhas
Figura 9 – Ilhas flutuantes de Uros, na Lago Titicaca e nativa das ilhas

De Puno, o passeio é direto para o Vale do Colca, onde os encantamentos ficam por conta dos cânions, dentre os mais profundos do mundo. Chegando ao Mirador Cruz del Condor, a paisagem é simplesmente fantástica. Mas estar ali é também um momento para festejar uma rara beleza da natureza: o voo do Condor, maior pássaro do mundo, que usa das correntes de ares quentes, por volta das 8h da manhã, para planar (ou seja, tem que acordar cedo pra ter este privilégio).

Figura 10 – Vulcão Chimborazo, no Vale do Colca e voo do Condor, no Mirador Cruz del Condor
Figura 10 – Vulcão Chimborazo, no Vale do Colca e voo do Condor, no Mirador Cruz del Condor
Figura 10 – Vulcão Chimborazo, no Vale do Colca e voo do Condor, no Mirador Cruz del Condor

Entre Chivay e Arequipa tem uma parada em especial, no Mirador de los Volcanes, a 4.800m. É interessante perceber as apachetas, pilhas de pedrinhas feitas por viajantes supersticiosos que buscam bênçãos divinas. Uma das apachetas é do Rodrigo, que elegeu este comum um dos lugares prediletos dele na viagem. É no mínimo emotivo, mesmo para os menos crentes.

Figura 11 – Apachetas, no Mirador de los Volcanes
Figura 11 – Apachetas, no Mirador de los Volcanes
Figura 11 – Apachetas, no Mirador de los Volcanes

O roteiro está chegando ao fim. Mas ainda reserva algumas gratas surpresas. O destino agora é Arequipa, la Ciudad Blanca. É umas das maiores e mais charmosas cidades peruanas, rodeadas de vulcões, com vielas cheias de cores e vida, cafés com mesas nas ruas e uma arquitetura singular, construída com sillar, uma espécie de pedra vulcânica branca. Além do seu próprio esplendor, construído pela força e arquitetura humana, a natureza do seu entorno é deslumbrante, totalmente circundada por montanhas e vulcões (sendo, inclusive, o Vulcão Milti ainda ativo). 

Figura 12 – Vulcão Misti e Plaza de Armas de Arequipa
Figura 12 – Vulcão Misti e Plaza de Armas de Arequipa

Para finalizar o roteiro, voltamos à Capital Lima para fechar com um city tour que passa pelo Centro Histórico de Lima, na Praça das Armas (no Peru, quase todas as cidades a praça central tem este nome) e percorre o encantador distrito de Miraflores, um distrito da província homônima à Capital Lima com o Oceano Pacífico à sua frente e belíssimos parques como o Parque Central e o Parque Kennedy.

Figura 14 – Miraflores, Lima
Figura 15 – Show das Águas, Lima
Figura 15 – Show das Águas, Lima
Figura 15 – Show das Águas, Lima

Depois de doze dias, conhecendo o Peru, berço da Cultura Inca, ilustrado pelos registros de Paulo Gusmão e Rodrigo Gorski, o que mais se deseja é poder guardar estas memórias, que encantam tantas e tantas pessoas todos os anos. Para quem foi, a Chakana tem esta mostra fotográfica para reviver suas lembranças. Para quem ainda não teve esta oportunidade, além de se deixar seduzir pelos cliques de Paulo e Rodrigo, a Galápagos Tour te oportuniza roteiros como MACHU PICCHU COM VALE DO COLCA – Com Lima, Cuzco, Puno e Arequipa, acompanhados pelos melhores guias. Os melhores roteiros ecológicos e culturais são na Galápagos Tour. Se ainda não foi, assim que puder, viaje!

 

Mais informações:

Chakana – Fotografia e arte têm mostras fotográficas dos principais destinos turísticos da América Latina.

Todos os meses uma nova mostra será apresentada no blog e nas redes sociais da Chakana, da Galápagos e com os agentes parceiros.

Acesse Chakana – Fotografia e Arte para mais curtir a mostra. Todas as fotos também estão à venda no site da Chakana.

 

Maximilianus Pinent, turismólogo é parceiro da Galápagos Tour através da Agenda de Viagem, visitas técnicas e turismo, vendendo os melhores roteiros ecológicos e culturais regionais, brasileiros e internacionais.

 

Maximilianus Pinent

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